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Manual asma.pmd

CONHEÇA
DOENÇAS
ALÉRGICAS
Por
Dr. Antonio Paulo Nassar

INTRODUÇÃO
Esse manual destina-se aos pacientes portadoresde Alergia Respiratória para conhecimento arespeito de sua doença e alguns cuidados paraprevenirem agudizações de sua doença.
Sumário
CONTROLE AMBIENTAL 1 . 6
DEZ MANDAMENTOS DA ASMA PARA O PACIENTE . 8
RINITE ALÉRGICA 1 . 19
RINITE ALÉRGICA 2 . 22
CONTROLE AMBIENTAL 2 . 23
EDUCAÇÃO . 26
ASMA OU RINITE ALÉRGICA . 27
DOENÇAS ASSOCIADAS A ASMA E/OU RINITE ALÉRGICA. 32
ORIENTAÇÕES PARA PACIENTES COM URTICÁRIA E ANGIOEDEMA . 33
RECOMENDAÇÃO AOS PACIENTES COM ALERGIA A MEDICAMENTOS . 35
RECOMENDAÇÃO AOS PACIENTES COM ALERGIA À ALIMENTOS . 39
DERMATITE DE CONTATO . 42
OUTRAS DOENÇAS ASSOCIADAS A ASMA E/OU RINITE ALÉRGICA . 47
É uma doença crônica. A asma, no nosso país, tem uma prevalência em torno de 20%. No mundo todo, sobretudo em paísesem desenvolvimento, como no Brasil a prevalência vemaumentando.
No Brasil o número das internações por asma é assustador, ocupando a terceira causa de internação.
A morbimortalidade dessa doença é alta, chegando até seismortes notificadas por dia. Esses números podem diminuir seo paciente asmático se conscientizar de que existe tratamentode manutenção, o qual diminue o número de visitas àemergência, internações e a mortalidade.
Asma é uma doença crônica das vias aéreas que semanifesta por: • Obstrução ao fluxo aéreo reversível espontaneamente ou por • Inflamação brônquica.
• Hiper responsividade brônquica (HRB) a vários estímulos.
• Episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto no peito e tosse (particularmente à noite e pela manhã ao acordar).
Fatores predisponentes para desenvolvimento da asma:• Condições de exposição ambiental• Domiciliares: poeira, fumo.
• Extradomiciliares: ocupacionais, ambientais(poluição).
Evitar os principais alérgenos alimentares Redução de ácaros, poeira doméstica e pêlos de animais.
Evitar exposição à fumaça de cigarro.
Se a asma não for bem controlada, ela pode tornar-se persistente, com limitação permanente ao fluxo aéreo,ocasionando limitações física e social significativas, causandoaté a morte por ataques (crises) graves.
O paciente e familiares devem ter consciência da gravidade da doença e conhecimento das suas complicações o que fará com queocorra maior adesão ao tratamento de manutenção, comconseqüente redução das internações e de visitas aos serviços deemergência.
O tratamento precoce, com medicamentos adequados, pode evitar a evolução para asma mais grave com perda da funçãopulmonar de forma acelerada e irreversível.
São rinite alérgica, sinusite e conjuntivite alérgica, refluxogastroesofágico, pólipos nasais.
Controle ambiental
Redução à exposição aos fatores ambientais: 1. Poeira domiciliar (ácaro, pêlos de animais e pólens) no 2. Remoção de animais de dentro da casa.
3. Colocação de capas em colchões, travesseiros 4. Lavagem semanal das roupas de cama.
5. Se houver cortinas, devem ser de tecidos leves e fáceis de 6. Se a retirada do tapete, quando existir, não for possível, recomenda-se aspirá-lo sem a presença do paciente emcasa.
7. O mais recomendado é a retirada de carpetes, tapetes, Aspirina e antiinflamatórios não hormonais Corantes de alimentos ou substâncias de preparação dealgumas drogas (tartrazina e metabissulfito) DEZ MANDAMENTOS DA ASMA PARA O
PACIENTE
1. A asma é uma doença crônica, não tem cura, porém tem 2. A asma é uma doença muito comum; muitos pacientes não sabem ou não admitem que são asmáticos.
3. A asma pode matar. A causa da morte é o atraso no tratamento e não o excesso de remédio. Bombinha não fazmal ao coração! Bombinha é uma das maneiras de inalar oremédio (spray) e não o remédio em si. As bombinhas podemconter remédio variados, cada um com a sua função.
4. Cortisona não faz mal, quando usada com critérios médicos.
È a única opção de tratamento nas crises severas. Otratamento correto de manutenção “economiza” o uso decortisona, pois evita crises.
5. Em caso de crise, é melhor pecar pelo excesso do que pela falta. Vá imediatamente ao pronto-socorro, e siga asinstruções combinadas com seu médico. Lembre-se: a asmapode matar! 6. Não interrompa o tratamento de manutenção por conta própria. Sentir-se bem não quer dizer que o medicamentopode ser abandonado. Discuta a programação com o seumédico.
7. Examine seu ambiente doméstico e de trabalho, verifique se existe algo que possa ser mudado para melhorar sua asma.
Nuca fume, o cigarro é certamente um dos maioresdesencadeantes, evitáveis, da asma.
8. Cada medicamento deve ser inalado com técnica adequada.
Certifique-se de estar aproveitando seu remédiocompletamente.
9. Procure atividades que tragam qualidade de vida e prazer.
Depois, converse com seu médico sobre ajustar a dose e ohorário da medicação para otimizar a atividade escolhida.
10.Discuta regularmente o tratamento com o seu médico, tire todas as dúvidas e viva sem apreensões desnecessárias.
Asma é uma doença inflamatória crônica, portanto, deve ser tratada com medicamentos que combatam a inflamação, todos os Asma caracteriza-se por tosse, aperto no peito, chiado e falta de ar, em episódios que se repetem várias vezes, principalmente A asma gera custos diretos com remédios, médicos e hospitais, porém, são os custos indiretos que causam maiorsofrimento e estes não podem ser avaliados em dinheiro.
Asma intermitente significa que o paciente está sem sintomas respiratórios atualmente, realiza todas as atividades físicas quedeseja, não tem o sono interrompido por sintomas respiratórios enão necessita utilizar broncodilatadores do alívio com muita fre- A asma persistente leve interfere nas atividades diárias esportivas e no sono. Deve ser iniciado tratamento demanutenção para prevenir crises.
A asma persistente moderada restringe as atividades diárias, impede a prática esportiva e atrapalha o sono. Deve serrapidamente tratada pra prevenir crises e melhorar a qualidade devida do paciente.
O grande objetivo no tratamento da asma é atingir a melhor qualidade de vida e a melhor função pulmonar possível, utilizandoa menor dose de medicamentos, com a menor chance de efeitos A melhor via para usar os medicamentos de asma é a inalação via bombinha, não é o remédio, é a maneira de usa-losA melhor via para usar os medicamentos de asma é a inalação via bombinha, não é o remédio, é a maneira de usa-los Os broncodilatadores de ação curta (Aerolin, Aerojet, Butovent, Berotec, Brycanyl) são para alívio, não devem serusados para manutenção. A via inalatória deve sempre ser Até o momento, não se conhece a cura para asma, no entanto, não existe asmático que não melhore e sim o que nãotoma remédio. O melhor tratamento é simples e sem mágica. Abusca por milagres em asma pode conduzir o paciente ao mau controle da doença e às vezes à morte.
O importante é não deixar a asma atrapalhar a sua vida.
Nada que você possa comprar lhe trará prazer se você não Quando a asma sai de controle, a tarefa do paciente e sua família é ir ao pronto socorro sem demora.
Cansaço de grávida sara com parto.
Cansaço de asma durante a gravidez só melhora com remédio.
Se não tratada, pode trazer sérios problemas para a mãe e A pior coisa que pode acontecer ao bebê é ter falta de ar durante a gravidez. Nenhum remédio é pior que a falta deoxigênio.
Extraído do Livro:
Asma – Superando Mitos e Medos - Ed. Claridade
Dra. Iara Nely Fiks
Objetivo do Livro:
Ampla divulgação de informações sobre a asma e seu tratamento
aos pacientes.
Quadro de Classificação da Gravidade da Asma de curta duração ou CI dose baixa a dose de CI antileucotrienos menor dose para seou teofilina IV DIRETRIZES BRASILEIRAS PARA TRATAMENTO DA ASMA* Especialmente em crianças.CI:corticosteróide inalatório;LABA: B² agonista de longa duração.
Referência: J. BRAS PNEUMOL.2006;32(SUPL7);S447-474.
OS SETE ERROS DA DOENÇA
prescreve o médico.
É preciso respeitar recomendadas.
Conversar com omédico sobre escolhado tratamento é opçãopara não desistir. 7 PROGRAMA DE CONTROLE DA ASMA NA INTERCRISE - Doença crônica pulmonar mais freqüente em crianças eadolescentes (20 a 25%).
- Causa importante de atendimento em unidades de emergência ehospitalização.
- O tratamento adequado na intercrise pode melhorar a qualidade devida dos pacientes, diminuindo as complicação e as internações
.
CRITÉRIOS PARA O DIAGNÓSTICO DE ASMA EM MENORES DE
Ocorrência de mais do que 3 crises de sibilância nos últimos 12meses, acompanhada das seguintes características em pelo menosuma das crises: 1 - Diagnosticada por médico;2 - Duração da crise de pelo menos 24 horas;3 - Interferências com o sono Associada a pelo menos 1 critério maio ou 2 menores descritos aseguir: MEDICAMENTOS DISPONÍVEIS NA REDE MUNICIPAL *Doses individualizadas, de acordo com a indicação clínica.
INTERMITENTE*
LEVE PER-
SISTENTE
MODERADA
PERSISTEN-
PERSISTENTE
*Classificar sempre pelo sinal ou sintoma mais grave**pacientescom asma intermitente com crises graves-reclassificar como asmapersistente moderadaPFE - Pico de Fluxo Expiratório / FEV1 -Volume Expiratório Forçado no 1º minuto 1. Orientar o paciente a procurar atendimento médico se:1.1.
Após o uso de B2 adrenérgico sem resposta por mais de 3 horas; Não houver melhora após 2 a 6 horas do uso de corticóide oral.
2. Considerar pacientes de risco para óbito por asma se tiver ocorrido:2.1.
Internações freqüentes no último ano; Uso recente ou interrupção do tratamento com corticóides orais; Uso de B2 adrenérgico de curta duração com frequência (> doque 1 frasco/mês); Intubação e ventilação mecânica em crise anterior; Não adesão ao tratamento na intercrise.
3. Pacientes com asma persistente: facilitar o contato e agendar 4. Encaminhar para o Serviço de Referência os pacientes:4.1.
Sem melhora, apesar de terapêutica adequada e terem sidoafastadas possíveis doenças associadas.
Os medicamentos para tratamento da intercrise devem ser individualizadospara cada paciente.
O uso de mais do que 4 inalações de Beta 2 adrenérgico de ação rápida pordia indica que a asma não está controlada e o tratamento de manutençãodeve ser reavaliado.
Mesmo na asma classificada como intermitente, podem ocorrer crises maisgraves e estes pacientes deverão ser reclassificados como moderadopersistentes, recebendo tratamento de manutenção.
Manter o tratamento de manutenção por 3 meses após o controle da asma ereavaliar a redução da medicação até a dose mínima para manter o controle.
Fornecer ao paciente um “Plano de Ação“ para a crise: quando procurar omédico e quais os medicamentos a serem utilizados Coordenação da Atenção Básica e PSFEdjane Maria Torreão Brito Área Técnica Saúde da Criança e do AdolescenteCléa Rodrigues LeoneAthenê Mariade Marco Mauro UBS Vila Guilherme – Claudio do Amaral AntônioUBS Jd. Aeroporto – Vera Lucia Bassan Área Técnica de Assistência FarmacêuticaDirce Cruz MarquesSandra Aparecida Jeremias Instituto da Criança – Hospital das Clínicas – FMUSPAntonio Carlos PastorinoCristina M. A. Jacobs Panfleto distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – Secretaria daSaúde da Cidade de São Paulo RINITE ALÉRGICA
Asma e Rinite Alérgica são doenças crônicas quefreqüentemente coexistem e que exercem em impactosocioeconômico sobre as pessoas afetadas e seusfamiliares.
Rinite Alérgica está associada em mais de 75 % doscasos de Asma Alérgica e em mais de 80% dos casosde asma não alérgica.
Adultos com história familiar de asma e rinite alérgicatem risco 3 a 4 vezes maior desenvolver asma e 2 a 6vezes maior de desenvolver rinite do que um adultosem história familiar.
Pacientes com rinite alérgica podem ter aumento dareatividade brônquica: A) Rinite Alérgica Perene( sintomas nasais na maior - Hiperreatividade brôquica é mais comum e grave.
B) Rinite Alérgica Sazonal( sintomas nasais em algum Hiperreatividade brôquica é menos comum e menosgrave.
A Rinite Alérgica geralmente precede a asma.
Rinite alérgica e testes cutâneos positivos são fatoresde risco significantes para desenvolvimento de Asma.
Indivíduos com Rinite Alérgica têm 3 vezes maischance de desenvolver asma, que indivíduos semrinite.
Asma e Rinite Alérgica podem aparecerconcomitantemente em 25 % dos pacientes comalergia respiratória.
Há uma relação entre asma e rinite alérgica, e,portanto o acometimento das vias aéreas superiores einferiores podem ser considerados como uma únicadoença.
Leve, moderada ou grave.
São Fatores de risco:1. História familiar de alergia2. Classe socioeconômica alta3. Exposição a alérgenos domiciliares: (animais e Ácaros)4. Testes cutâneos (Prick-teste) positivos para alérgenos.
Manifesta-se por: coriza, espirros em salvas (espirros derepetição) e congestão nasal.
A) Espirros, coriza, prurido nasal e obstrução variável.
Conjuntivite pode estar associada, sintomaspredominam durante o dia e melhora à noite.
B) Predomina a obstrução nasal contínua, com piora no período noturno, com gotejamento nasal posterior esecreção nasal catarral.
A doença pode acompanhar-se de hisposmia ou anosmia(diminuição ou ausência do olfato), roncos, problemas desono, gotejamento nasal posterior com tosse crônica esedação. Pode-se associar com asma e conjuntivite.
Tratamento:Evitar os fatores precipitantes da rinite alérgica, tais como: Alérgenos: (ácaro, mofo, animais de estimação, pólene baratas).
Irritantes: (tinta, cheiros fortes, etc).
Uso abusivo de gotas nasais, certas medicações parapressão alta (Reserpina, Medildopa, Inibidores deECA, Agonistas Alfa-Adrenérgicos) Para Glaucoma (Betabloqueadores de açãoIntraocular).
Aspirina; contraceptivos orais; Clorpromazina.
Alergia Alimentar é uma causa rara de rinite isolada.
Alimentos picantes (pimenta, etc.) e condimentados,cerveja atuem como irritantes na rinite alérgica.
Corantes e conservantes são alérgenos na rinitealérgica.
Evitar ar frio e seco (ambientes com condicionadoresde ar) Utilizar medicamentos para diminuir os sintomas(Antialérgicos, Corticóides tópicos,descongestionantes, etc) na rinite alérgica.
Utilizar Imunoterapia para tratar à causa da doença.
RINITE ALÉRGICA
Atinge 10 – 25 % da população mundial.
É mais prevalente nos centros urbanos.
No sudeste os sintomas são mais freqüentes nosmeses frios (Maio à Agosto) No nordeste os sintomas não apresentam diferençaem qualquer mês do ano.
Existe uma associação entre as doenças AlérgicasRespiratórias: 50 % dos asmáticos têm rinite alérgica.
32 % dos riníticos alérgicos têm asma.
25 % das crianças em idade escolar (aproximadamente 6anos) têm rinite alérgica.
30 % dos adolescentes têm rinite alérgica.
15 % das crianças e adolescentes com rinite alérgica, têmconjuntivite alérgica associada.
Muitas vezes a rinite alérgica pode aparecer de modo gradual,sob a forma de um sintoma por vez. E assim há pessoas queapresentam clínica com um mínimo de sintomas, às vezes só umcomo coceira nos olhos (conjuntivite alérgica), coceira nos ouvidos(otite alérgica), irritação de garganta (faringite crônica) oupredominância de nariz entupido.
Quem tem rinite alérgica pode funcionar como facilitador deinfecções como dor de garganta, dor de ouvido ou sinusite derepetição. Quando isto acontece, é muito importante fazer umaavaliação alérgica. Geralmente quando a coriza hialina fica com coramarela ou amarelo-esverdeado existe infecção associada à alergia.
nariz entupido cronicamente pode provocar uma série dealterações, tais como respiração bucal, dificuldades deaudição, alterações torácicas, modificações do céu da boca ealterações na arcada dentária.
Algumas das complicações da obstrução nasal:anormalidade de fala, dificuldade de aprendizado, respiraçãopela boca (anormalidades no crescimento facial e dental), problemas psicossociais, sinusites, infecções de ouvido derepetição.
Na gravidez: ocorrem mudanças hormonais que podemcausar rinite, que melhora após o parto.
Os sintomas das crises podem ser aliviados localmente com uso
de vasodilatadores (gotas nasais) e corticosteróide tópicos. Mas
deve ser evitado o abuso de gotas
nasais. Nos primeiros 7
dias, estes medicamentos apresentam bom resultado; com o
passar do tempo, porém, o “efeito rebote” (obstrução nasal)
aparece associada com a rinite química provocada por este tipo
de medicação. Estes dois efeitos pioram a rinite alérgica.
Remédios com atuação sistêmica são ótimos para tratar as
crises alérgicas, mas não resolvem a causa das crises, ou seja:
remédios não curam rinite, apenas ajudam a controlar as crises
de rinite alérgica.
CONTROLE AMBIENTAL
Estas informações são importantes para as pessoas commanifestações alérgicas do aparelho respiratório, que geralmentecostumam ter sintomas agravados quando em contato comsubstâncias alergênicas e/ou irritantes.
A poeira domiciliar é constituída de descamações de pelehumana, pêlos de animais, penas, ácaros, detritos de insetos,bolores, mofos, ceras, inseticidas e outras substâncias de usocaseiro. Formada diariamente, a poeira quanto mais velha maisalergia produz. Lembramos que as poeiras de locais abertos (ruas eestradas) são constituídas de terra e areia, portanto sem importânciaalérgica.
O nariz, além de ser um órgão do sentido (olfato),desempenha as funções de filtração, aquecimento e umidificação doar que respiramos. Também protege o organismo da inalação degases irritantes ou nocivos. Em pacientes que exigem tratamentocom vacinas antialérgicas para que se obtenha melhor resultado,torna-se indispensável que os responsáveis por eles compreendamas normas a seguir:1 – Manter a residência ventilada e dormir em quarto arejado. Amédia de dormir é 8 horas por noite. Usar diariamente aspirador de pó ou pano úmido em toda a residência, principalmente nos locaisem que o alérgico permaneça mais tempo.
2 – O paciente deve abster-se de espanar, varrer ou arrumar camas,gavetas, estantes, etc. Evitar permanecer em casa nas horas delimpeza. Se ficar em casa, improvisar uma máscara com panoúmido.
3 – Revestir o travesseiro e o colchão com tecido impermeabilizadopara este fim.
4 – Os cobertores e blusas de lã geralmente são antialérgicos,porém pelo fato de permanecerem guardados o ano inteiro tornam-se depósito de poeiras e mofos. Deverão ser lavados antes do uso edepois a cada trinta dias enquanto permanecerem em uso. Evitaracolchoados de lã, penas ou algodão, pois se tornam de depósitosde poeira e são difíceis de lavar.
5 – Evitar ambientes empoeirados, como bibliotecas, sótãos, porões,adegas, tulhas, celeiros, etc.
6 – Se o paciente dormir no mesmo quarto com outra pessoa, estadeverá seguir as mesmas orientações.
7 – Impedir que as crianças brinquem em tapetes e não comprarbrinquedos peludos.
8 – Evitar o uso de inseticidas, inclusive os espirais, “sprays” eaparelhos elétricos repelentes de insetos.
9 – Evitar odores fortes: desinfetantes; água sanitária, fumaça,gasolina, querosene, ceras e solventes orgânicos. Evitar ficar emcasas pintadas recentemente ou fechadas por muito tempo.
10 – Abster-se de fumar e evitar locais fechados ou pessoasfumantes.
11 – Elimine o mofo das paredes de sua casa: faça as correçõesnecessárias e aplique no local fenol a 10 % (use máscara plásticapara proteger os olhos, pois o fenol queima).
12 – Tomar banho à temperatura ambiente no verão; no invernoamorne a água para tornar seu banho agradável.
13 – Evite o uso de AAS (ácido acetilsalicílico) anti inflamatórios nãohormonais (indometacina, aceclofenaco, ácido flufenâmico, ácidomefenâmico, cetoprofeno, diflunisal, diclofenaco, flurbiprofeno,fenoprofeno, glucametacina, ibuprofeno, loxoprofeno, nabumetona, naproxeno ou nimesulide), pois podem desencadear ou agravar ascrises de alergias respiratórias. Os alérgicos devem evita-los.
14 – Evitar os medicamentos anti-hipertensivos do grupo dosbetabloqueadores (propranolol, nobulol, atenol, pindolol, metoprolol),alfametildopa, reserpina, guanetidina e drogas psicossedativas, poispioram a rinite.
15 – Abster-se de refrigerantes de laranja, uva e cereja, tubaínas/gasosas, refrescos de groselha/framboesa/similares ou em pós e“quencher” /isotônicos, porém sucos de frutas naturais sãopermitidos.
16 – Evitar corantes artificiais amarelos ou alaranjados (doces,balas, bombas, mostarda, “chips”, maionese, margarida, etc.).
17 – Espirrar é um ato consciente. Quando o alérgico se levanta ecomeça a espirrar, não é porque está frio ou úmido, e sim porqueacordou.
18 – Na rinite alérgica acontece o seguinte fenômeno: quanto mais apessoa fica exposta aos alérgenos, quantidades cada vez menoressão capazes de desencadear crises. Daí a importância que assumeo controle ambiental.
EDUCAÇÃO
É muito importante o paciente ou os responsáveis pelascrianças compreenderem bem o tipo de patologia alérgica que osafeta, pois isso facilita o tratamento e melhora os resultados.
Procurar esclarecer com seu alergista todos os pontos que ficaremem dúvida.
Às vezes, os pacientes ou responsáveis pelas crianças semquerer acabam fazendo o uso de medicamentos que desencadeiamcrises de rinite ou as agravam, principalmente os derivados do AASou corantes amarelos encontrados em alimentos e refrigerantes.
Infelizmente as crianças alérgicas não podem beber refrigerantesque contenham corantes, e os adultos os continuam comprando, eassim, com certeza, elas acabam tomando-os.
Alguns adultos consideram irrelevantes estas normas e acabamignorando-as e inadvertidamente trazem prejuízos à saúde de seusfilhos ou a si mesmos. “Educere” é uma palavra do latim quesignifica educar-se e aprender a viver. Faça dela um lema.
* AS DÚVIDAS DEVERÃO SER LEVADAS AO ALERGISTA OUPNEUMOLOGISTA PARA ESCLARECIMENTO.
ASMA OU RINITE ALÉRGICA
CONTROLE AMBIENTAL
O controle ambiental visa diminuir a concentração de alérgenos noambiente.
EVITAR O PÓ DOMICILIAR; Recobrir travesseiros e colchão complástico; Limpar quarto e sala, duas vezes porsemana, com aspirador potente; Trocar roupa de cama duas vezes porsemana; Expor as roupas de cama diariamente aosol; Manter o ambiente o mais seco e arejadopossível; Evitar permanecer em ambientes comforrações de tecido; Evitar o uso de carpetes, tapetes e cortinas; Exposição do colchão e travesseiro ao sol; Limpeza dos móveis e assoalhos com panoúmido diariamente; Produtos acaricidas (farmácias e drogarias)devem ser usadas a cada quinze dias, masquando da sua aplicação o paciente devese afastar do local; Umidade nas paredes: consertarvazamentos de tubulações de água elimpeza das paredes com ácido fênico 50% ou hipoclorito de sódio; Evitar livros e documentos não limpos eestocados há muito tempo; Diminuição dos fungos: manter janelasabertas nos dias secos; não manterplantas, aquários e roupas molhadas nacasa; não passar ferro no quarto, nãopermitir que vapor do chuveiro penetre noquarto; Evitar travesseiros de pena e colchão decrina ou palha.
Controle do Ambiente do Convívio do Paciente DOENÇAS ASSOCIADAS A ASMA E/OU RINITE
ALÉRGICA
Os pacientes portadores de asma e/ou rinite alérgica podemapresentar outras alergias conjuntamente (medicamentos, alimentose de contato). Caso este seja seu caso, siga as orientações abaixo: Consultar recomendação aos pacientescom alergia a medicamentos – Consultar recomendação aos pacientescom alergia a medicamentos – Consultar os alérgenos de contato positivo.
Reconhecido pelo teste cutâneo decontato.
Após verificar o que deve ser evitado,consultando-se a lista das recomendaçõesaos pacientes com dermatite de contato.
ORIENTAÇÕES PARA PACIENTES COM
URTICÁRIA E ANGIOEDEMA
1. Devem evitar os remédios que contenham
antiinflamatórios não hormonais
a) Indicados como antiinflamatórios, antitérmicos, b) Pertencentes a diferentes grupos: Os salicilatos: Ácido Acetil Salicilico(Aspirina, AAS), Difunisal.
Derivados do Pirazolom: Dipirona(Novalgina, Magnopyrol), Fenilbutazona.
Os Fenamatos: Ácido Mefenâmico(Ponstam) Derivados do Ácido Propiônico: Ibuprofem,Naproxeno (Naprozyn).
c) Pertencentes a diferentes grupos: Prescritos para dor de cabeça: Cibalena,Coristina, Neosaldina, Superhist Prescritos para cólicas: BuscopamComposto Prescritos para “má digestão”: Sonrisal,Engov, Alka-Seltzer 2. Devem evitar anti-hipertensivos do tipo inibidores da
enzima de conversão (ECA): captopril, enalapril, lisinopril,
remipril, etc.
3. Devem evitar aditivos alimentares como:
b) Conservantes – PI – Benzoato, PIII – Parahidroxibenzoato, PV – Dióxido de Enxofre(Sulfitos) Exemplos: enlatados e embutidos, vinhos, cervejas,refrigerantes, sucos artificiais, vinagre, picles, vegetaisdesidratados, sopas em pó, miojo, salgados industrializados,molhos vermelhos, mostarda, catchup, maionese, temperosprontos (sazon, knor, arisco, etc.), bala, chicletes, chocolate,danone/iorgurtes, gelatina, bolachas recheadas, sorvetes,morango, tomate, frutas secas, amêndoas, nozes.
Alimentos fortes: salsichas, lingüiça, carne de porco, peixe,frutos do mar, camarão, frios (presunto, mortadela, queijo,salame), pimenta, clara de ovo.
4. Remédios que geralmente não dão reações
a) Para dor e febre: anti-inflamatórios não hormonais derivados do para-aminofenol: Acetaminofen ouParacetamol (Tylenol, Dórico, Eraldor, Acetofen) ousalicilato de Na ou Benflogim b) Para dor forte: Tylex, Sylador, Tramalc) Para dor muscular: Parenzyme analgésico, Dorilaxd) Para enxaqueca: Derivados do Ergot (Cefalium, e) Para cólicas: Buscopam Simples, Nuscopam Plusf) Para gripes: Loranil D, Loralerg D, Loremix D, Claritin Dg) Pode utilizar anti-inflamatórios hormonais, ou seja, RECOMENDAÇÃO AOS PACIENTES COM ALERGIA A
MEDICAMENTOS
Só use medicamentos com orientação e receitamédica; evite a auto medicação.
Se você suspeita ter alergia por algum tipo demedicamento, procure um médico alergista, para umaavaliação e orientação de seu caso.
Não existe “cura” para a alergia a medicamentos;
após identificação do remédio que causa alergia,
você não deverá mais fazer o uso dele.

Qualquer apresentação do medicamento pode causaralergia; gotas, xarope, comprimido, cápsulas, injeção,pomadas, cremes ou colírios.
Manter sempre com você uma relação do(s)medicamento(s) que lhe causa(m) alergia.
Informar sempre ao(s) médico(s) qual(is) o(s)medicamento(s) que lhe causa(m) alergia.
Testes alérgicos para medicamentos (drogas) não sãorealizados de rotina, devido ao grande risco que ostestes podem provocar.
Leia com atenção os nomes dos componentes nasbulas dos remédios. Qualquer dúvida entre em contatocom seu médico.
Derivados Pirazolônicos
Dipirona e Associações: Algexin composto, Algiflex, Anador,
Analgex-C, Analgina, Analverin, Apracur, Baralgin, Benegrip,
Bipasmin composto, Buscopam composto, Cefaliv, Conmel,
Cortagrip, Dalgex, Debela, Diarona, Dipirona, Dilubrin, Dimex,
Dipirol, Doran, Dorfen, Dorflex, Doricin, Dorscopena, Dorspan,
Espasmobel, Eucaliptol composto, Febralgin, Flexdor, Gripol C,
Hioscina dipirona, Killgrip, Lisador, Magnopirol, Miocitalgan,
Mionevrix, Miorrelax, Mylanta plus, Nalginin, Nevalgina, Novalgina,
Neosaldina, Sedabel, Sedalene, Sedorex, Somoplex, Sulindor,
Tetrapulmo, Toloxin.
Fenlibutazona: Alginflan, Butapirin, Butazil, Butazolidina,
Butazona cálcica, Butozonil, Fenilbutazona, Mioflex, Peralgin,
Reumix.
Oxifenbutazona: Algi-Flamanil, Algi-Peralgin, Algi-Reumac,
Algizolin, Analtrix, Febupen, Flamanan, Tandrex, Tandex-ª
Dicoflenaco: Ana-flex, Artren, Benevran, Beserol, Biofenac,
Cataflan, Clofenak, Deltaren, Diclofen, Diclofenaco potássio,
Diclofenaco sódico, Donflan, Fenaflan, Flanaren, Flogan, Inflaren,
Luparen, Ortoflan, Trandilax, Voltaren.
Àcido Acetil Salicilico
AAS, Alidor, Alka-celtzer, Aspirina C, Aspirina forte, Aspicin,Atroveran, Besaprin, Buferin, Cheracap, Cibalena-A, Coristina-D,Doloxene-A, Dorli,Engov, Ecasil, Fontol 650, Fontol extra forte,Melhoral C, Melhoral infantil, Migrane, Persantin, Piralgina,Procor-S, Ronal, Sanacol, Sedagripe, Somalgin, Sonrisal,Sonrisal limão, Superhist, Tacidina.
Penicilinas
Benzilpenicilinas baenzatina: Ampiretard, Benzetacil,
Espectopen, Kitapan AP (todos os tipos), Longacitin,
Normabenzil, Odontopen, Perbenzatina, Penicilina G Benzatina.
Benzilpenicilinas potássica e Procaína: Benapen,
Benzilpenicilina, Benzilpenicilina Potássica, Cibramicina,
Cristalpen, Despacilina, Drenovac, Expectovac, Ginurovac,
Isasilin, Linfocilin, Megapen, Neblox, Ocontovac, Penicilina G
potássica cristalina, Penicilina G potássica + Procaína,
Probecilin, Pulmocilin, Wycilin R.
Benzilpenicilina Sódica: Climacilin.
Fenoximetilpenicilina: Meracilina, Oracilin, Pen-Ve-Oral,
Penicilina V.
Amoxilina e associações: Ambezetal, Ampicilina, Ampicler,
Ampicron, Ampifar, Ampispectrin, Ampitotal, Ampizan,
Amplacilina, Amplimed, Amplitor, Amplofen, Amplotal,, Bacterinil,
Bacterion, Binopen, Binotal, Benzotal, Binotine, Bio-pen,
Blenocid, Cilipen, Durapen, Expectocilin, Genitopen, Genocilin,
Gonol, Gonopac, Gramicilina, Medicilin, Optacilin, Parezyme,
Probecilin, Probenzyma Ampicilina, Tofapen, Trandexin, Trecilina,
Urobiotic,Uropleton.
Carbenicilina: Carbenicilina
Oxacilina: Oxacilina, Staficilin N.

Cefalosporinas (reação cruzada com penicilina):
Ceclor, Cefadroxil, Cefatex, Cefalexin, Cefalexina, Cefalin,Cefalotina, Cefamezin, Cefamox, Cefobid, Cefataxima,Cefoxitina, Cefron, Cefzil, Ceporexin, Claforan, Drocaí, Globocef,Fortaz, Kefadim, Kefazol, Keflex, Kefin, Mefoxin, Plenax, Rocefin,Tazidem, Timeceinhal.
Sulfabenzamida: Vagi-sulfa
Sulfacetamida: Isopto cetapred, Oto-Biotic, Paraquelmol,
Pyelodion, Sulfanil, Sulnil, vagi-sulfa.
Sulfacrisoldina: Colubiasol
Sulfadiazina: Gargosedans, Neomicina e Sulfadiazina,
Sulfadiazina, Triglobe, Triglobe F.
Sulfadoxina: Fansidar.
Sulfametoxazol + Trimetropim: Assepium, bacSeptim, Bacfar,
Bacgen, Bactericin, Bactericin F, Bactrim, Bactrim F, Bactrisan,
Bactrepin, Batrox, Benectrin, Benectrin balsâmico, Binoctrim,
Duoctrin, Ectrin, Enterone, Espestrin, Espectrin D, Gamactrin,
Heractrin, Heractrin F, Infectrin, Infectrin F, Katrim, Leotrim,
Leotrim Balsâmico, Lupectrin, Metropin, Nectrin, Qiftrim, Roytrin,
Sedactrin, Selectrin, Septiolan, Suss, Teutrin, Teutrin F,
Trimotropim composto, Trimetropin, Trimexazol.
ATENÇÃO TAMBÉM PARA AS ASSOCIAÇÕES
Sulfametoxipiridazina: Nipactrin, Perlodine, Urofen, Urofen,Uropac.
Sulfanilamida: Dermatone, Sulfanilamida, Yatropan.
Sulfatiazol, Otobel, Pareterin, Vagi-sulfa.
Piroxican – Brexin, Cicladol, Feldenegel, Feldene, Flogene,
Flogoxem ,Inflanox, inflax, Lisedema, Piroxene, Piroxican,
Piroxiflam, Piroli, Piroxiplus.
DEVEM EVITAR ANTI-HIPERTENSIVOS
Inibidores da angiotensina Consertase(ECA) DEVEM EVITAR ADITIVOS ALIMENTARES COMO CORANTES E
CONSERVANTES

REMÉDIOS QUE GERALMENTE NÃO DÃO REAÇÕES
A) Para dor e febre: Anti-inflamatórios não hormonais derivados do Para-Aminofenol –Acetominofem ou Paracetamol (Tylenol,Dórico, Eraldor, Acetofen) ou Salicilato de Na,ou Benflogim.
B) Para dor forte: Tylex, Sylador, Tramal.
C) Para dor muscular: Parenzyme Analgésico, (Cefalium, Ormigrein, Parcel, Sandromigran).
E) Para cólicas: Buscopan simples, Buscopan F) Para gripes: Descon, Dimettap, Claritim D, Naldecom, Coldrim, TrimedaL, Resprim.
G) Pode utilizar Anti-inflamatórios Hormônios, ou H) Antibióticos: Derivados da Eritromicina, RECOMENDAÇÃO AOS PACIENTES COM
ALERGIA À ALIMENTOS
Se você suspeita ter alergia por algum tipo de alimento,procure um médico alergista para uma avaliação e orientaçãodo seu caso.
Infelizmente, ainda não existem bons extratos para arealização de testes alérgicos e vacinas para alimentos.
O diagnóstico é feito pela história clínica, dosagem daimunoglobulina IgE e do Rast para alimentos no sangue,contudo o Rast também é um exame pouco sensível.
Na suspeita de alergia à frutas tropicais, que são as maiscomuns, podemos realizar o teste alérgico com o alimentofresco “Prick to Prick” PRINCIPAIS ALIMENTOS ALERGIZANTES:
A – CORANTES ARTIFICIAIS - CII

B – CONSERVANTES
PI – Benzoato
PII – Parhidroxibenzoato
PIII – Dióxido de enxofre (Sulfito).
C – ALIMENTOS FORTES – Carne de Porco, Lingüiça,
Salsicha, ovos (Principalmente a Clara de ovo), Bacon, Torresmo,
Amendoim, Nozes, Camarão, Frutos do Mar, Pimenta e outros.
EXEMPLOS DE CORANTE E CONSERVANTES
Chocolate, danone, gelatina, sorvetes, bolacha com recheio,bala, chiclete, Ketchup, mostarda, maionese, engarrafados(Vinhos, vinagre, refrigerantes, sucos artificiais, todinhos,etc), pickles, embutidos (presunto, mortadela, queijo,salame), frutas secas, molhos vermelhos, tomate, alimentosindustrializados (Sopas em pó, miojo, salgadinho, sopinhasda Nestlé, sardinha em lata e outros), temperos prontos(Sazon, Knor, Arisco, etc.).
EXEMPLOS DE FRUTAS TROPICIAS
São as principais para dar alergia, contudo, são muito menosfreqüente que os corantes, conservantes, leite de vaca ealimentos fortes.
Ex: Morango, banana, abacate, Kiwi, mamão papaia,maracujá, abacaxi, uva, limão, batata, tomate, laranja,mexerica, acerola e outros.
D – LEITE DE VACA – Seu alto potencial alergênico se deve à
presença da proteína B – Lactoglobulina que está presente no
leite de vaca e seus derivados, contudo, a mesma não é
encontrada no leite materno, leite de soja e leite de cabra.
DERIVADOS DO LEITE DE VACA (Evitar em alergia ao Leite
de vaca)

Bolacha de leite, queijo, requeijão, manteiga, yakult, danone,farinha e todos os outros alimentos que contenha leite de vaca norótulo de sua embalagem.
OPÇÕES DE ALIMENTOS COM SOJA
Rosquinha da Panco de côco e de soja.
Leite em pó de Soja (em saquinho), de menor custo,encontrado nas redes de supermercados na sessão de produtos naturais. Recomenda-se bater no liquidificador comfrutas naturais e Neston para melhorar o sabor Maiores recomendações sobre alimentações a base de soja,recomendamos o site da Nestlé – www.nestle.com.br DERMATITE DE CONTATO
1. BICROMATO DE POTÁSSIO: Adesivos e colas, agentes
anticorrosivos, anilina violeta, baterias, borracha, caixa defósforo (lixa), cerâmica, cimento, cosméticos (pigmento demáscara de cílios), detergentes, esmalte verde, esparadrapo,fogos de artifícios, fotografias (reagentes), coaltar (produtos),colas e adesivos, couro (curtimento), galvanização, graxas,impermeabilizantes, impressões em off-set, mesas de bilhar(tecido verde), objetos cromados, perfumes, polidores desapatos, porcelana (corantes), preparados para limpeza debronze e latão, tatuagem, tecidos estampados, tintas verdes,amarela, alaranjada, tintas a óleo, tintas de escrever,vernizes.
2. PARAFENILENODIAMINA: antioxidantes em produtos de
petróleo (gasolina, borracha, plásticos), azul de metileno a
safranina, borracha preta, corantes para peles, couro e
esmalte, fotocópias, graxas, reagentes de análises químicas,
reagentes de tinturas de cabelos, fluidos de “RX”. Reação
cruzada:
anilina, procaína, benzocaína, ácido para-animo-
benzóico, (protetor solar com PABA), sulfonamidas, acido
para amino-salicilico.
3. TIURAM – MIX: Mistura (mix): Tetrametiltiuram
monossulfito, tetrametiltiuram dissulfito, tetraetiltiuram
monossulfito, dipentametilenotiuram dissulfito
borracha
(capa de chuva, roupa, roupa de borracha, luvas, sapatos,
esponja de maquiagem, travesseiros, preservativos,
brinquedos), colas para borrachas, conservação de frutas,
desinfetantes em aerossóis, fungicidas, germicidas, graxas,
inseticidas, preservação de medicamentos, pulverização de
plantas, sabões shampoos, tecidos, medicamentos para
escabiose.
4. NEOMICINA: Utilizando como antibiótico. Medicamentos
tópicos (cremes, pomadas, pós, gotas para ouvido, colírios),cosméticos, desodorantes. Reação cruzada: outros aminoglicosídeos (kanamicina, estreptomicina, gentamicina, frademicina, tobramicina, bacitracina, paromomicina).
5. CLORETO COBALTO: adesivos, aditivos para solos na
agricultura, cerâmica, cimento, detergentes, esmaltes naturaise sintéticos, graxas, ligas metálicas (zíper, hastes de óculos,jóias de prata, moedas, fechos bolsas, pulseiras, tesouras),lubrificantes, corantes, níquel (impureza), objetos esmaltados,reagentes para análises químicas, resina sintéticas,tatuagens, tintas de impressão, tintas para quadros, tintura decabelos, vidros e porcelanas (corantes), vitamina B12(manufatura). Reação cruzada: níquel, cromato.
6. BENZOCAÍNA: adesivos para dentadura, anestésicos locais,
cremes para barbear, cremes para queimaduras, cremesanalgésicos, pastilhas de gargarejo para dor de garganta,talcos. Reações cruzadas: compostos do grupo paraparabenos, corantes, anilina, sulfonamidas, paba e derivados,Fotossensibilizantes.
7. SULFATO DE NÍQUEL: aço inoxidável, cerâmica, cimento,
enegrecimento de zinco e latão, equipamento eletrônico,fungicidas, inseticidas, bijuterias, ligas metálicas (zíper,ilhoses, hastes de óculos, grampos de cabelo, utensílios decozinha), lâminas de barbear, moedas, objetos niquelados,instrumentos médicos e odontológicos, pulseiras de relógios,soldas, tecidos estampados, tintas, tinturas de cabelo,vernizes, esmaltes.
8. QUINOLINA-MIX: Misturas (mix): Iodoclorhidroxiquina
(viofórmio), clorquinaldol anti-sépticos em geral (Antifúngicos),anti-sépticos urinário, anti-sépticos cirúrgicos, sabões,compostos contendo mercúrio.
9. COLOPÔNIA : Adesivos, isolantes, colas, papel e papelão,
amplactrão, corantes (alimentos e drogas), cosméticos(sombra para as pálpebras, máscaras, sabonetes, shampoos,produtos para depilação, batons, maquiagem, esmaltes paraunhas), inseticidas, medicamentos tópicos, pinturas, produtosimpermeabilizantes, prevenção de madeiras e telhas, vernizes e tintas, polidores e graxas, limpadores como óleo depinho. Reação cruzada: bálsamo do Peru.
10.PARABENO-MIX: misturas (mix): Butil, etil, propil, metil
parabenos conservantes de cosméticos (cremes, loções,maquiagem, batons loções para barba, sabonetes, protetoressolares, produtos para depilação), conservante de alimentos(peixe cozidos, maionese molhos de condimentos, molhos,molhos de saladas, pasta de peixe, mostarda), conservante,medicamentos, conservantes de óleos, gorduras, colasgraxas de sapato. Reação cruzada: como outras substânciasdo grupo Paba.
11. LANOLINA: Adesivos, batons, cera para polir móveis e
automóveis, cremes de limpeza, creme de barbear,cosméticos em geral, graxas em geral, loções capilares, papelcarbono, couro, papel, sabonetes, tecidos, tintas, veiculo depomadas e cremes, vernizes para automóveis, shampoos.
12.PPD-MIX: Misturas (mix): N-fenil-Nciclo-hexil-P-
fenilenodiamina, N-isopropil-N-fenil-P-fenilenodiamina.N-N-difenil-P-fenilenodiamina artigos de borracha (sapatos, fonesde ouvidos, bolas, roupas elásticas).
13.MBT-MIX: Misturas (mix): Mercaptobenzotiazol, benzotiazol
dissulfito, benzotiazol sulfonamida utilizado como aceleradorda vulcanização de borracha, artigos de borrachas (sapatos,luvas, esponja de maquiagem, brinquedos, elásticos,preservativos, etc.), adesivos, cimento, corantes, detergentes,fungicidas, graxas, impermeabilizantes, roupas de mergulho,produtos médicos (equipamentos para diálise).
14.RESINA-EPÓXI: adesivos, borrachas, cerâmicas, colas,
esculturas, luvas de vinil, massas para reparações, pinturas,plásticos, próteses dentárias, óculos, resina, sinteco, tintas,industria elétrica e de plásticos (isolantes, cabos, resistênciase aparelhos elétricos).
15.BÁLSAMO DO PERU: baunilha, batons, bebidas tipo cola,
benjoim, brilhantina, canela, casca de frutas cítricas,chocolates, curry, anti-sépticos bucais, esmaltes de unhas,medicamentos tópicos, tinturas a óleos, perfumes. Reação cruzada: perfumes, bálsamode Tolu, cinamatos.
Fotossensibilizantes 16.BUTILFENOL-P-TERCIÁRIO: adesivo colas (domésticas e de
cerâmicas), resina, borracha, calçados (produtos de couro),madeiras compensada, ligas dentárias. Esta substâncias éempregada principalmente como cola em diferentessituações.
17.CARBAX-MIX: Misturas(mix): Difenilguanidina,
dietilcarbamato de zinco, dibuticarbamato de zinco artigos deborrachas (elásticos, luvas, preservativos, roupas demergulho, pneus), desinfetantes, repelentes, fungicidas,adesivos, sabões, shampoos.
18.FORMALDEIDO: borracha, cosméticos (shampoos,
antiperspirantes, endurecedores de unhas, loções depermanentes), desinfetantes, medicamentos tópicos, couro,fotografia, tecidos sintéticos, papel (manufaturado), soluçõesembalsamantes, fertilizantes, plásticos e resinas.
19.ETILENODIAMINA: asfalto, borracha, corantes, fungicidas,
germicidas, graxas sintéticas, inseticidas, resinas sintéticas,solventes, emulsificantes, estabilizadores da boarracha,veículo de pomada, medicamentos tópicos (antimicóticos,gotas nasais, colírios, timerosol). Reação cruzada:aminofilina, prometazina, piperazina.
20.PERFUME-MIX: Misturas (mix): Eugenol, isoeugenol,
geraniol, aldeído cinamico, álcool cinâmico, álcoll alfaamilcinâmico, oakmoss absolute, hidroxicitronelal condimetos,cosméticos em geral, óleos de essências (caneta, jacinto,etc.). Fotossensibilizante.
21.PROMETAZINA: loções e cremes comerciais para
queimaduras de sol, medicamentos tópicos. Reação cruzada:fenotiazina, etilenodiamina, compostos do grupo parafotossensibilizante.
22.KATHON CG: Misturas de duas isotiazolinonas (cloro-
metilisotiazolona) conservantes mais utilizados notratamentoda pele Cosméticos (creme para pele, loções para o corpo,shampoos, sabonetes, protetores solares, géis para banho), amaciantes para roupas, sabão em pó, produtos para limpezade casa, produtos para polimentos, protetores de madeira,radiografia tintas, papel de toalete.
23.NOTROFURAZONA: colírios, medicamentos tópicos,
supositórios, anti-sépticos bucais, medicamentos para usoveterinário.
24.ANTRAQUINONA: corantes, laxativos e repelentes. Reação
25.TIMEROSAL: aerossóis, anti-sépticos, medicamentos
tópicos, conservantes de cosméticos. Reação cruzada:piroxicam.
26.QUATERNIUM 15: conservantes em cosméticos em geral
(creme, loções, sabões, shampoos), medicamentos tópicos,tinta de látex, adesivos, tintas, materiais de construção.
Reação cruzada: cloreto de benzalcônio, formol.
27.TEREBINTINA: resinas sintéticas, resinas de pinho, polidores
de móveis, solvente de graxas, tintas (carimbos, tipografia),adesivos, inseticidas, produtos de limpeza. Reação cruzada:crisântemo, Ambrósia, colofônia, bálsamos, formol.
28.HIDROQUINOMA: agente anti-mofo, colas para bolacha,
coloração de peles, conservação de flores, desodorantes,borracha, cremes de despigmentantes, tintura de cabelos,vernizes, revelador fotográfico.
29.PROPILENOGLICOL: utilizado como solvente e umectante,
com atividade antibacteriana. Cremes, cosméticos,medicamentos tópicos, alimentos, anti-congelantes, produtosde limpeza.
30.IRGASAN: sabões, anti-sépticos, desodorantes, dentifrícios,
shampoos, agentes antifungos em carpetes.
OUTRAS DOENÇAS ASSOCIADAS A ASMA E/OU
RINITE ALÉRGICA
Doenças associadas com freqüência à rinite alérgica/asma que,se não tratadas concomitantemente, interferem no controle dasalergias respiratórias (asma e rinite alérgica): A sinusite aguda é a inflamação, de etiologia infecciosa (bacterianaou viral), da mucosa dos seios paranasais (maxiliar, frontal,esfenoidal e etmoidal), com duração menor que quatro semanas.
Quando os óstios de drenagem se obstruem, os seios ficam cheiosde muco, facilitando o crescimento de germes patogênicos.
Geralmente é conseqüência de infecção viral das vias aéreassuperiores ou resfriado. Muitas vezes os pacientes apresentamantecedentes de rinite alérgica associada. Alguns dos sintomas quepodem estar presentes são: O diagnóstico de sinusite é clínico. As radiografias paranasaispodem ser solicitadas quando há dúvida nos casos agudos. Paraque a presença de nível hidroaéreo seja observada é necessárioque se realize o exame com o paciente sentado. Os casos desinusite crônica, a tomografia computadorizada será útil quando nãohá resposta ao tratamento clínico ou desenvolva-se algumacomplicação.
O tratamento tem como objetivos controlar a infecção, através douso de antibióticos e aliviar os sintomas e a inflamação comanalgésicos, antiinflamatórios e anti-istamínicos. Busca, ainda,prevenir complicações como celulite, abscesso, meningite,osteomelite, etc. Como tratamento coadjuvante ressalta-se autilização de soluções salinas para a lavagem nasal.
Seu diagnóstico é clínico. Os sintomas devem estar presentes porum tempo superior a três meses para definir a sinusite como crônica.
Solicitamos exames radiológicos quando não há respostasatisfatória ao tratamento clínico adequado.
Sinusite crônica acontece quando há obstrução dos ósteos dedrenagem dos seios paranasais. Ela pode ser de causa mecânicadevido a pólipos nasais, desvios de septo, alteração de cartilagem emalformações ósseas. Porém existem outras causas como, amucoviscidose (Fibrose Cistica), imunodeficiências, rinites crônicas,etc. Os sintomas presentes na sinusite crônica são mais insidiosos ecom freqüência se observam: Dor de cabeça, congestão nasalpersistente, sensação de rosto pesado, febre, dor de dente, malhálito, tosse, gotejamento nasal, rinoréia purulenta.
TratamentoSeu tratamento é feito com a utilização de antibióticos por, nomínimo, três semanas. Como medidas coadjuvantes, emprega-sesolução nasal salina e corticóides intranasais para diminuir ainflamação local. Como há várias etiologias para o seudesenvolvimento, devemos investigá-las e tratá-las para assimimpedir nova ocorrência do quadro.
As amígdalas estão localizadas na região posterior da boca, ao ladoda base da língua. As adenóides estão na rinofaringe. Elas fazemparte do anel linfático de Waldeyer. Quando estão muitohiperplasiadas, podem causar queda da oxigenação. Na criança, se seu aumento for de forma prolongada, poderá alterar o crescimentocrânio facial. Durante sua infecção aguda, os sintomas mais comunssão dor com dificuldade para deglutir, febre, cansaço, respiraçãobucal e roncos. Nas crianças, é freqüente observarmos a presençade rinite crônica associada.
O quadro clínico pode apresentar-se como: A amigalectomia poderá estar indicada em casos de: Hiperplasia unilateral, com suspeita de tumor.
Dr. Antonio Paulo Nassar CRM 33480Formado pela Faculdade de Medicina de JundiaíResidência Médica em Pneumologia/Tisiologia no Hospital Heliópolis.
Título de especialísta em Pneumologia/Tisiologia pela AMB.

Source: http://www.paulonassar.com.br/manual.pdf

Erectile disturbances

Erectile disturbances As men age, they can be less assured of having a firm erection with every sexual encounter. While this is disturbing to men and may preclude sexual intercourse, it does not have to impact on their ability to give and receive sexual pleasure. The most crucial aspect of this problem is the meaning that men and their partners attribute to it. Unfortunately, in our soc

Fema page

FEMA Cross-reference List This is a cross-reference list of addresses to the August 29, 2008 FEMA list of structures that are not located in the Special Flood Hazard Area. The flood plain gods have smiled on you! The page numbering starts with the first page of addresses - not the FEMA cover letter. The FEMA list has several typo's and omissions. So when there is a cross-reference to a

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